Pois é,

Agora dá contar e divulgar:

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Prepare-se para os dias 27 e 28 de novembro!

Redes sociais, ou mídias sociais têm sido definidas de diversas formas. A expressão rede social tem origem anterior ao advento da internet e das próprias "mídias sociais", mas, no entanto são utilizadas indistintamente para explicar um único fenômeno: uma comunicação realizada de todos para todos.

Se até bem pouco tempo as relações se estabeleciam de forma limitada à presença real das pessoas - de forma individual ou em grupos, com o advento das chamadas mídias de comunicação em massa (TV, jornais, rádios) a comunicação também passou a ser de "um para muitos".

A internet rompeu o paradigma ao possibilitar que a comunicação se estabeleça de "muitos para muitos", isto é, entre todos os atores que a ela têm acesso. O que antes era uma "rede social" caracterizada por sua realidade presencial, ou real, hoje é uma rede marcada pela virtualidade das relações e pela ilimitada possibilidade de conexões que se pode estabelecer.

Os próprios termos "redes sociais", "mídias sociais", "web 2.0" e um sem número de ferramentas passam a fazer parte do cotidiano das pessoas. Mas, afinal, o que tudo isso tem a ver com a realidade das pessoas? E de quais pessoas estamos falando? Qual é o real alcance redes sociais virtuais? No que elas diferem das redes sociais que estabelecemos na vida real de trabalho, amizade e família?

O que é o Twitter Mix?

Twitter Mix é um encontro de pessoas para desfrutar de um mix feito de conhecimento, experiências, amizade, gastronomia, turismo, fotografia. É o virtual em forma real.

Por que um Twitter Mix?

O século XXI firma-se com a marca da virtualidade e a virtualidade transforma-se com a mesma rapidez com que são produzidas as ferramentas que a suportam. Mas as pessoas não. Desacomodar pessoas e fazê-las agir de forma diferente é um processo lento. O Twitter Mix vem com a ideia de colaborar nesse processo de transformação das pessoas.

O que se pretende com o Twitter Mix?

Pretende-se que ao final do encontro os participantes possam, se não responder, ao menos carregar consigo experiências e conhecimentos para responder a pergunta: podem mesmo as redes sociais transformar a realidade? O que é possível transformar com as mensagens de 140 caracteres do Twitter, ou mesmo com as demais mídias sociais?

O que cada participante pode fazer para sair da "zona de conforto virtual" e, parodiando uma expressão popular "cair na real"?

E como as redes sociais não se limitam ao mundo virtual, pretende-se a aproximação real dos participantes pela troca de prazeres que a paisagem, os lugares e a comida típica do local proporcionam.

Onde será realizado o Twitter Mix?

Na cidade de Bento Gonçalves, na serra gaúcha. E por que Bento Gonçalves? Porque, como diz o site da Secretaria Municipal de Turismo de Bento Gonçalves, ela "foi escolhida pelo Ministério do Turismo como um dos 65 polos indutores do turismo do Brasil". Além de ser a Capital Brasileira da Uva e do Vinho, Bento Gonçalves oferece uma infraestrutura habituada a receber congressos, feiras e eventos das mais variadas naturezas, aliando a bela natureza da serra.

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Leia, no canto superior direito do blog, as páginas com o conteúdo de cada painel e seu palestrante. Mais informações você encontrará nas páginas de "Programação" e "Logística", bem como no Blogroll.

ACESSE O BLOG E PARTICIPE!



Pois é,

Há um texto do "I Ching" (que reproduzo do modo como está no livro "O Ponto de Mutação", do Fritjof Capra, que diz:

"Ao término de um período de decadência sobrevém o ponto de mutação. A luz que fora banida ressurge. Há movimento, mas este não é gerado pela força... O movimento é natural, surge espontaneamente. Por essa razão, a transformação do antigo torna-se fácil. O velho é descartado, e o novo é introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí, portanto, nenhum dano."

Como todo mundo, tenho conversado com pessoas e percebo o quanto estamos longe do ponto de mutação. Não li - e portanto não sei - o que o I Ching diz sobre o período que antecede o ponto de mutação. Mas imagino que estamos nele, nesse "ponto anterior", pois a transformação do antigo, quando e se acontece, tem sido muito difícil.

Ao contrário, sinto, por vezes, um crescimento do antigo, do movimento gerado pela força. A luz parece não ressurgir. Resta acreditar e interagir com o "movimento natural" que surge espontâneo na forma das redes.

Limitando ao caso do Brasil, onde 74% da população é considera apenas alfabetizada funcionalmente (dados do INAP), é de se considerar como "natural" que o velho e seguro modo de vida permaneça forte. Parece ser natural do ser humano o medo do novo. E digo "parece ser natural", porque existe a possibilidade disso ter sido inculcado ao longo de gerações como sendo o modo "natural do ser humano", quando, na verdade, pode até não ser.

O fato é que mesmo entre os 24% que conseguem "compreender e interpretar textos em situações usuais: lêem textos mais longos, analisando e relacionando suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas de dupla entrada, mapas e gráficos." (INAF) a resistência é enorme.

Talvez o I Ching diga isso: o ponto anterior é quando algumas poucas pessoas (e se pensarmos em termos de 7 bilhões de pessoas, as que param para pensar e fazer algo realmente são pouqíssimas) resolvem querer mudar.

E aí me paro a pensar no que disse a Margaret Mead (Antropóloga norte-americana): "Nunca duvide de que um pequeno grupo de cidadãos conscientes e engajados consiga mudar o mundo. Na verdade, essa é a única via que conseguiu produzir mudanças até agora."

Tomara!



Pois é,

Vamos pensando em dar novos rumos para o blog. Aos poucos... Revisar todos os links, tirar a grande maioria, simplificar, minimalizar... tirar a poeira...

O necessário, pois nos vamos pra outra e eles ficam nessa. E como nesse mundo virtual nada se apaga, ao menos deixar algo que preste. Talvez um pouco mais da tesão que havia antes. Mas anda difícil... Pudera, a vida lá fora não tá lá essas coisas...

Assim como tá na hora de dar novos rumos pra vida... começar a pensar na aposentadoria... Em sair dessa terra fria e mudar para algum lugar onde só faça mais de 25ºC. Parar de apenas falar e começar a agir. Cinco anos. É o tempo. E dá tempo.

Por hora, envolvido num projeto que em breve saberão...



Pois é,

Uma das situações que mais desintegra uma pessoa é estar desempregada.

Quem já passou por essa situação sabe bem. O desemprego atinge a dignidade da pessoa. Humilha. É uma das causas de separação de famílias. Os filhos sofrem. A pessoa se torna dependente dos outros para manter um mínimo de sobrevivência.

É por isso que a iniciativa da Rute Vera é raro exemplo de dedicação: Rute Vera, com seu site ONG da Rute: Oportunidades & Pessoas ajuda as pessoas que procuram resgatar sua dignidade de trabalhadores.

É um trabalho hercúleo, pesquisar e divulgar. E tudo isso em troca de nada. Apenas a íntima sensação de que, afinal, essa vida deve ter um sentido maior do que simplesmente aproveitá-la para si.

O blog concorre ao prêmio "Top Blog". Já ganhou uma vez. Poderá ganhar uma segunda. Depende apenas de que façamos como ela: dediquemos um tempo das nossas vidas para os outros. E por que votar? Porque assim, quem sabe, poderemos compartilhar um pouco com ela a sensação de um sentido maior para a vida.

Vão lá e votem. Eu já votei.



Pois é,

Aniversário!

Quem diria, hein? Seis anos de blog. No dia 22 de junho de 2004 escrevia meu primeiro texto. Como tudo nessa vida, foram seis anos de altos e baixos. Períodos de muitos textos, muitas visitas e muitos comentários, até períodos, como agora, de poucos textos, pouquíssimas visitas e raros comentários.

Muitas bobagens e algumas poucas aproveitáveis. Mas, sobretudo e o mais importante, conheci muita gente. O blog foi minha entrada no mundo das mídias sociais. Bem antes de existirem Twitter, Facebook e tantos outros soltos por aí. (a bem da verdade, essa coisa toda começou muito antes, mas aí vou ter que me declarar... Sabe? Algo tipo BBS?). Vi a internet nascer. Sou dos tempos do B6900 e da programação por cartão. Minhas primeiras linguagens de programação foram Fortran e Algol.

[E o melhor de tudo é que ainda sou um jovem. Tá certo, jovem senhor. Mas vá lá, ainda dando pro gasto.]

Voltando ao tema principal, não é fácil manter-se nesse negócio por seis anos. Não pelo sucesso, pelos outros, mas por si. Excetuando os que já nascem com a caneta virada para a Lua, é uma briga diária contra a auto crítica.Tendemos a querer a perfeição, ou pensamos que tudo que fazemos é perfeito. Qualquer bobagem que saia da nossa cabeça será, sempre, a melhor de todas. Desde que consiga sair da nossa cabeça. E ai de quem diga que é uma bobagem. Algo que já passou por tanta luta interna não merece ser bombardeado por outras pessoas.

Queiramos ou não, a gente cresce. Na internet, para quem se deixar, mais ainda. Os meus rumos de seis anos atrás, no blog, com certeza já não são os mesmos de agora. E põe-se a questão: que rumos tomar? Algum há de ser, pois parar jamais!

A construção de um caminho. É isso. Tenho apenas, na melhor das hipóteses, mais cinquenta anos para viver. Na pior, mais cinco. E tenho que me controlar para não querer dar uma de JK. E tenho que me soltar para ser um JK. Ser ou não ser um JK. Eis a questão!

De qualquer forma, feliz aniversário para O Chato! Que tenha muitos e muitos anos de vida. Ou até que a blogosfera acabe.



Pois é,

Quem eu me lembre, uma única pessoa acompanha esse blog desde o ínício. E se aparecer por aqui deverá achar estranho não ter a tradicional "festa" de aniversário. Mas a verdade é que esse ano conseguiram me derrubar.

Então não teremos festa. No máximo uma lembrança de que nasci hoje. Em uma manhã de um 2 de junho de um ano qualquer, em um estado que sequer existe mais.

- Porra, Afonso!
- Quié, Chato?
- Peraí. Sem festa? Logo tu, festeiro por natureza?
- Pois é, Chato. Quem diria...
- Seguinte, ó: ainda tem gente que gosta de ti. Tua mulher, tuas filhas...
- Para por aí com essa tua lista, Chato. O resto certamente só disfarça...
- Não, não! É verdade! Eu, por exemplo, se não gostasse de ti, não te deixaria aparecer por aqui de vez em quando. E bem sabes que sou muito chato com o meu blog...
- Opa! Ja discutimos isso uma vez e já te provei, por a mais b que o blog é meu. Além do mais, bem que poderias respeitar a data e não provocar discussões inúteis.
- Sei, sei, coisas do tipo, quem nasceu primeiro, o Afonso ou o Chato? Jamais saberemos, meu caro aniversariante. Logo, te convém aceitar que eu nasci antes. E por uma razão bastante razoável, se me permites a redundância: eu já nasci Chato, tu ainda tentas ser um.
- Queres saber de uma coisa, Chato?
- Depende!
- (típico) Vou tratar de fazer o dia passar rápido, tá? Tchau!



Pois é,

Desafio #PhotoDay

De vez em quando algumas pessoas lembram que ainda é possível, nesse mundinho prá lá de conturbado, ter boas ideias. Pois foi o que fez o pessoal do Desafio #PhotoDay, via Twitter: um desafio, aparentemente simples, mas um desafio: postar uma foto por dia no Twitter (via Twitpic) durante um ano.

É mais uma rede-na-rede-na-rede-da-rede que se forma para mostrar (assim eu vejo) o olhar cotidiano das pessoas, além de tirar do conforto quem gosta de fotografar mas não é profissional. Fora a oportunidade do compartilhamento.

Estou participando. Nada pretencioso além de conseguir cumprir a meta: 365 fotos até o dia 10 de maio de 2011.

Minha primeira fotos:

"O vermelho e o Azul"

Claramente inspirada no título do livro do Stendhal, O Vermelho e o Negro,

A segunda,

"Quando alguém me fotografa, pergunto: por que me chamas lago, se nasci rio?"

é uma referência ao atualmente chamado de Lago Guaíba, em Porto Alegre, que durante quase toda sua existência foi um rio, o Rio Guaíba, cantado em prosa e verso e música. Não adianta a explicação técnica. O Guaíba sempre será o nosso Rio Guaíba.

À ciência cabe apenas manter o coração batendo. E este coração que ainda bate respondeu: para mim ainda és rio, "velho Guaíba".



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Entre sem bater



Alguns negam, outros não sabem. Alguns mais, outros menos. Todos somos chatos!

E Einstein já dizia que "apenas duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana e eu não tenho certeza se isso é verdadeiro para o primeiro".

Sobre o Chato



"Vós vos deleitais em estabelecer leis, mas deleitais-vos ainda mais em violá-las, como crianças que brincam à beira do oceano, edificando pacientemente torres de areia e, logo em seguida, destruindo-as entre risadas. Povo de Orphalese, podeis abafar o tambor e afrouxar as cordas da lira, mas quem poderá proibir a calhandra de cantar?"
(O Profeta, Khalil Gibran)


Doe suas asas. Não importa se quem as recebeu voará tão logo, ou se ainda viverá muitos e muitos anos antes de iniciar o voo final. Lembre-se: dure quanto tempo durar, você estará ajudando um pássaro a voar feliz.

Aqui não tem democracia!


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