Mi compás político, compay -- a bússola que me leva longe, adiante, alhures; infinito mar azul (ou vermelho, não sei bem) que se abre diante de mis ojos incrédulos diante da realidade que se me apresenta.
É ao lado de Nelson Rolihlahla Mandela, de Agnes Gonxha Bojaxhiu, a madre Teresa de Calcutá e de Llhamo Döndrub, o 14º Dalai Lama, que me encontro com um sorriso enigmático. Simpáticas companhias em um lugar bastante agradável dentro do compasso desta dança que felizmente não danço sozinho.
Descreditando a autoridade a mim concedida como professor (confuso: "confusor") de algumas crianças, não fazendo uso do poder que esperam que eu exerça, sigo acreditando -- e não vejo muitos motivos pra mudanças -- que enquanto uns quantos forem donos de tanto e tantos outros (tão despossuídos) estiverem subjugados a sistemas de poder que se apropriam de suas liberdades, condenando-os às misérias humanas mais vis e à barbárie em que a vida humana se transforma nesses casos extremos, há que existir quem se posicione contrário a isso. Gritando, fazendo barulho e dando trabalho.
E portanto, eis-me aqui, senhores.




quando fiz o meu, deu parecidíssimo com o teu, bicho. acho que um ou dois pontinhos menos 'libertarian'.
a propósito, bora fundar uma startup verbeater de megafones? ;)
de umas que renovam energias. é um ânimo. =)
*barulhando*