bratislava
bratislava é meu cachorro velho. não ao mesmo tempo -- já que sem intenção (por preguiça conquistada) de fazer confundir. é um pouco meu cachorro e devaneios em telhados altos, vermelhos e verdes, que enchem o horizonte de umas formas (des)necessárias.
num instante é tudo isso, noutro está escondida -- e é qualquer noite fria de invernos passados. bratislava é soltar aquele vapor engraçado, que faz ser criança ainda mais uma vez. enquanto faz correr, hoppípollando entre aquilo que se queira.
é piscar os olhos e deixar ser. bratislava também não é. na maioria das vezes não chega a ser, posto que flutua nisso que, muito duro, inventa chances que não são.
fica aqui, neste meio de caminho; outra chance de travessia -- e não há quem garanta coisa alguma sobre, por, em, a, como bratislava. uma insistência de desentender.
se um dia bratislava, que se faz?
bem-vindo.
