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as câmeras de vigilância de regina parra.
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as câmeras de vigilância de regina parra.
carabu*
si una imagen
vale más que
mil palabras
¿qué diablos tanto
estamos representando?
¿el averso del averso
del averso del averso?
¿el jardín decolorado?
¿o el patio de estorbos donde
nosotros desbordamos?
más vale el chiste
ooOoOoo
*carabu = invenção de moda do baiano gabriel pardal, enquanto discutíamos facebook com paulo scott, antônio xerxenesky e alexandre rodrigues num restô do leblon, após o lançamento de veja se você responde essa pergunta.
a tradução é minha, livre, em cima de um poema também meu, solto.

dieciséis libros (para download en formato pdf) de la nueva poesía latinoamericana en la red de los poetas salvajes.
como se já não tivesse mil páginas de teoria da comunicação pra estudar, cento e tantas do romance pra revisar e dois poemas pra fechar o 0800-6669 (bem lembrado: os frilas pagos [e de graça] mais as traduções também, faz favor).
via amalia.
c/ duplo sexo. (11)8839-1679
fica a dica. nos classificados da folha de hoje.
e nome foda prum conto.
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Reference #24.523b6c8.1254001585.b8f58e4
ok, then.

"Deixei de fazer força para lembrar-me do que quer que seja e continuo vivendo como sempre, sem me lembrar de nada, mas pelo menos sem me aborrecer mais com isso". Antes pensássemos todos como Fernando Sabino o demonstrou fazer em crônica sua, cujo título, infelizmente, não me recordo no momento. No entanto, não raro, costumamos admitir a memória como o sustento de nossas identidades, ora administrada por uns com extrema vaidade, ora com excessivo despautério também por outros. Ai de nós, não fosse a memória a salvar-nos do caótico dia após dia. Mas até que ponto podemos confiar em nossas recordações, não dando margem à imaginação em prejuízo da fidelidade aos fatos? Tal é a questão apresentada por "Amnésia", filme do inglês Christopher Nolan, tendo Guy Pierce como protagonista, no papel de Leonard Shelby.
minha ÚNICA resenha de filme, escrita em 2000, quando tinha 18 ou 19 anos (explicado?). não lembro se foi publicada no macacada fashion, fanzine que editava com orlando arouck, ou se no portal belém do pará. no ano seguinte, comecei a escrever no finado capitu.com - recordar é sobreviver.

no ônibus, loira de quarenta e um anos (ether not) liga pra fuckbuddy em são paulo:
"não piso mais nessa cidade. se já não gostava, agora foi pra nunca mais. tudo que me aconteceu fez ver isso. saudade de são paulo, de americaaana. o cara já tava brigando com os filhos, a filha saiu de casa. não quero ser problema, não. vamo se encontrar. é, daqui a umas cinco horas to aí".
conta toda uma história. desliga. liga pro filho:
"não vai tomar bença da mãe, seu demente? ó, tem que falar rápido, que meus créditos tão acabando". hesita. "em uns quarenta minutos. cadê seu pai? diz pra ele que já to voltando, mas to indo passar na vinte e cinco de setembro março antes. chego em americana lá pras dez da noite". fanfarra. "não, brincadeira, lá pras oito eu chego. é que vou passar na vinte e cinco mesmo e o ônibus demora umas seis horas pra chegar, né. como é que tá minha netinha?"
desliga. nova ligação.
meu segundo oito da manhã seguido. rio 50h. too homesick for the blue though. deixa são paulo pra quando não der mais pra adiar.
reclino o banco. recosto. ocupado.
Turbo Rock - "Garoto 90" from Casulo TV on Vimeo.
dirigido por shinji shiozaki e vanja fonseca - quem também produz e toca baixo.