junho 2005 Archives

Os limites do liberalismo

O que se pode dizer quando congressistas e membros do governo ameaçam criar obstáculos à decisão de uma grande empresa estrangeira que pretendede investir US$ 18,5 bilhões no país, para comprar uma outra empresa privada?

E quando esses parlamentares e autoridades afirmam que deter o investimento estrangeiro pode ser uma questão de segurança nacional?

Os congressistas em questão são os parlamentares dos Estados Unidos, e a autoridade mais importante a dizer que é preciso analisar com cuidado o investimento estrangeiro por motivos de segurança nacional é o Secretário do Tesouro dos EUA, John Snow.

A empresa estrangeira é, lógico, chinesa, a Cnoc, terceira maior petrolífera da China, como explica o Wall Street Journal. Ela quer comprar a centenária Unocal, instalada na Califórnia, e ofereceu US$ 2 bilhões a mais que uma outra candidata a compradora, a americana Chevron. A começar pelo presidente do FED, Alan Greenspan, há quem condene os nacionalistas contrários ao negócio com a chinesa, e se preocupe com a crescente tendência protecionista nos EUA. Mas a pressão contra negócios com a China é grande.

O Herald Tribune reproduz matéria do New York Times sobre assunto. O interessante na matéria do Wall Street Journal é a notícia de que o tema vai ser submetido a um comitê supersecreto, o Comitê sobre Investiumentos Estrangeiros nos EUA (CFIUS), que avalia negócios potencialmente ameaçadores à segurança nacional e pode recomendar ao presidente o bloqueio de compra de empresas estrangeiras por estrangeiras. O comitê, em 1990, obrigou a China Aero Techonology Import and Export a vender a participação numa fabricante de peças para aviões, e já impediu a venda da Global Crossing, de telefonia, para uma empresa de Hong Kong.

Antes, o comitê se preocupava com o possível controle de tecnologias sensíveis por empresas estrangeiras. Hoje, o foco é telefonia e Internet.

Coisa de gente grande.

Padre eu? Parte II

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O Manuel, hispanohablante que me confunde com um padre, voltou a mandar mensagem para meu Hotmail. Está ficando interessante o romance, que, como prometi, compartilho com meus 300 leitores. Não tenho a mínima idéia a que perguntas o pio Manuel responde; mas, se ele dirige suas orações como endereça e-mails, deve andar rezando sem saber para algum orixá:
(o curioso é que o padre se comunica com ele. Então não diz que os e-mails não chegam lá, nele, padre? Será isso um trote? Poderia esclarecer respondendo ao manuel. Mas temo que ele responda, e acabe a novela).




HOLA PADRE SERGIO

he leido todas las preguntas que me envio y e respondido con toda sinseridad y estas son mis respuestas:

DIALOS PARA EL ACOMPAÑAMIENTO ESPIRITUAL

Vida de familia 1

respuestas:

1. la casa donde vivo es propia de mi abuelito y vivo diarimente en ella.

2. en mi casa vive mi mama y mi abuelito.

3. cuando se comparte lo que se siente y se tiene y no hay egoismo en la familia, esta experiencia la describo con una gran alegria y amor donde me doy cuenta de que toda la familia esta unida y es muy solidaria en los momentos mas dificiles.

4. mi responsabilidad es una labor que me gusta y es la parte del aseo de la casa donde en los momentos libres me dedico todo el dia a esta labor y obedesco las ordenes de mi mama.

5. son muchos los valores que encuentro en mi familia uno de ellos es la responsabilidad donde la e aplicado en el estudio y en la parroquia, otro el mas importante es la buena educacion que mi mama me enseño al comportarme bien, al saludar y al tener un buen vocabulario frente a las personas que conviven y comparten conmigo.

6. los conflictos son la irresponsabilidad, la mentira y algunas veces el egoismo, todo esto me hace sertir triste y descuido mis labores en el estudio y en otras partes por pensar en los conflictos de mi familia, los enfrento dialogando y les hago ver a mis familiares que debemos vivir unidos y no en discordia .

7. no se nada de el
8.
9.

10. mama=48 años,ama de casa, trabaja lavando y planchando.

11. el gran amor y cariño que siente a si a mi.

12. su malgenio y egoismo.

13. tengo confianza en mis padres,por que les cuento lo que quiero hacer o lo que e hecho y ellos me aconsejan y buscan lo mejor para mi.

14. mis padres confian en mi y me permiten tener iniciativas.

15. no tengo hermanos

16. la crisis economica, la relacion con los vecinos, la vida de otros familiares.

17. con los que vivo que son mi abuelito y mama ninguno de ellos trabaja solo trabajan cuando les sale un traqbajo inestable.

18. los ingresos de mi casa son muy minimos que se llega a tener un maximo de 70.000.

19. la casa donde vivo es de un piso, no tiene valdosa ni afuera ni adentro, tiene 4 piesas, tenemos todos los servicios publicos menos tv cable. aunque hay pocas comodidades, nosotros la pasamos muy bien.

20. la crisis economica que se atraviesa en mi hogar puedo decir que es causa de mi mama y mi abuelito por que no terminaron sus estudios, mi abuelito fue un mujeriego y toma trago no penso que iva a tener hijos y nietos que responder pero tambien la culpa la tiene el gobierno por no ayudar a esas personas que estan desempleadas.

21. son catolicos comprometidos.

22. solo un tio que es evangelico.

23. mi mama me enseño a orar, pero ahora que colaboro en la parroquia estoy aprendiendo de los padres.

24. en mi casa despues de cada comida se ora y al dormir tambien y cuando un familiar cumple años de fallecido se le reza un rosario.

25. en la casa mi abuelo y mi mama y yo todos los domingos vamos a la eucaristia y el resto de mi familia aveces va.

26. ninguno

27. no

28. todos estamos bautizados por la iglesia catolica.

29. con los que vivo ellos y yo si hemos recibido el sacramento de la confirmacion, pero el resto de mi familia algunos lo han recibido.

30. mi familia siempre ha sido catolica de generacion en generacion, ellos me han enseñado las leyes de DIOS y me an abierto la mente y el corazon disiendome que DIOS es misericordioso y a todos nos ama, apartir de esto desde niño e pertenecido a grupos de apostolado donde e sentido que DIOS no nos abandona, mi familia se ha dado cuenta de que quiero segir a jesus y poder vivir al servico de los que no lo conocen ellos quieren y estan optimistas de que pudo ingresar al seminario.
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Minha coluna, no Valor

Nesses tempos de denúncias sobre supostas malas de dinheiro transacionadas em acertos eleitorais, chega a ser divertido acompanhar um lobby às claras, com argumentos sólidos e tranqüilidade de espírito. Foi o que fez o embaixador da Austrália no Brasil, John Sullivan, em discurso no almoço de despedida oferecido a ele pelo Itamaraty, a poucos dias de voltar a Sidney.

No encerramento de seus três anos no país, o simpático Sullivan, cujas feições lembram vagamente às de James Joyce, disse, frustrado, ainda ter esperança de que o governo brasileiro anuncie a decisão de imprimir mais cédulas de plástico, como as notas de dez reais impressas em comemoração aos 500 anos do descobrimento. Se houver a opção pelo plástico (ou polímero, como preferem os especialistas), a empresa responsável pelas notas de dez, a Securancy, promete investir no país US$ 50 milhões, para uma fábrica de matéria-prima. Caso contrário, a empresa, associação entre a belga UCB e o Banco Central da Austrália, poderá instalar-se no México, informou o embaixador com uma clareza nada joyceana.

A fábrica empregaria umas cem pessoas e produziria 15 mil toneladas do polímero por ano, para uso em cédulas, papéis de segurança (documento de identidade, passaportes) e exportação a toda a América Latina. A Securancy sonha com pelo menos uma parte do mercado representado pelas 1,2 bilhão de cédulas trocadas anualmente, a um custo em torno de US$ 10 milhões. Concorre com o atual fornecedor de papel-moeda ao governo, a indústria Papel de Salto, da européia Arjo Wiggins.

Outros grandes produtores de papel também cobiçam o mercado brasileiro e sul-americano, e, como a Arjo Wiggins, já há alguns anos ofereceram à Casa da Moeda, para teste, um papel mais resistente, como resposta a um dos principais argumentos em defesa da cédula de polímero, sua maior durabilidade. O governo, que anunciava a decisão para 2004, faz segredo sobre o assunto, embora o Banco Central tenha praticamente concluído a nova família de cédulas, com figuras de vultos históricos e maior segurança contra falsificação, para substituir a atual coleção do real, lançada de afogadilho, como solução provisória.

"Fui ao Ministério da Fazenda, me disseram para falar com o Banco Central; no banco, me disseram que era assunto da Fazenda", dizia um desalentado John Sullivan, na sexta-feira. Entre as explicações oficiosas para a forma evasiva como o governo lida com o assunto, estão a contenção de despesas na Casa da Moeda, que retarda os investimentos para a nova família de notas; e nebulosas motivações eleitorais, que adiariam para 2006 o lançamento dos novos reais. O novo embaixador australiano herda esse lobby, legítimo, apesar de envolver pilhas de dinheiro.

O lobby defende que as notas de plástico são mais higiênicas, menos porosas, até laváveis. São mesmo, mas infelizmente, não o suficiente, como demonstrou uma pesquisa recentemente mencionada pelo clínico e livre-docente Mário Cândido de Oliveira Gomes, para o site bioSaúde.com.br: embora em menor grau que nas cédulas de papel, as de plástico também trazem estafilococos e os chamados coliformes fecais, capazes de provocar, nos menos cuidadosos, doenças como piodermites, terçol, otites, sinusites e até faringites. É triste, mas uma certeza: não existe dinheiro limpo, embora uns sejam mais sujos que os outros.

Dirceu e política externa

Ao sair do governo, o demitido ministro José Dirceu leva, com ele, um foco potencial de ambigüidade na política externa. Chegado, há poucos dias de uma viagem à Espanha e Portugal, onde esteve com autoridades, empresários e até artistas, Dirceu já preparava uma nova visita aos Estados Unidos, para representar o governo Lula em encontros com autoridades americanas, como fez em 2002 e logo após a reeleição de George Bush, quando marcou presença com a secretária de Estado americana, Condoleeza Rice.

Rice falou, por telefone, na semana passada, com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. Não tocou na crise que derrubou Dirceu. Diz-se agora, no governo, que as viagens respondiam mais a um projeto do chefe da Casa Civil para ganhar trânsito internacional que a uma necessidade real do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquete Bolivariana

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Por falar no Blog-se, lá a Maslova, em um comentário, sugeriu que eu transformasse em enquete a pergunta que faria ao ministro Dirceu, no anúncio da sua pranteada saída (como se podia ver pela expressão e dentes expostos do Gushiken e dos outros ministros que o acompanharam no desembarque), O leitor tem sempre razão. O que você acha que o Dirceu levará na mala, em sua anunciada viagem pelo Brasilzão véio de guerra, no esforço de levantar o PT e defender o "seu" (dele, diz ele) governo?

Exposição

Eu me sinto um motorista de jamanta, sem habilitação, quando resolvo inventar alguma bobagem simples no blogue. Fui botar aí embaixo a foto de um dos trabalhos que pretendo exibir na IV Feira de Arte e Cultura dos Jornalistas de BSB (como o nome indica, não é nenhuma Bienal de Veneza, mas é bem divertida) e desaparelhei a página toda. Isso é no que dá não saber usar os programas de edição de fotografia. Se você acha que ficou ruim, tem de ver como ficou no meu sítio no Blog-se.
Na III Feira de Arte etc etc, recebi fartos elogios de uma jornalista, até descobrir que ela estava se referindo aos trabalhos da Marta Salomon. Pelo menos, fui admirado por via conjugal.

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A pergunta que eu faria

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O ministro Zé Dirceu acaba de anunciar sua demissão, e diz que sairá pelo país, com José Genoíno, para "levantar" o PT e defender "seu" governo e "seu" partido.

Assisti, coçando, da redação. Nem se eu estivesse lá me deixariam fazer a pergunta óbvia:

Ministro, nessa viagem pelo Brasil, quantas malas o senhor pretende levar?

Wonderland

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O britãnico Daily Mirror, o canadense National Post, o americano Miami Herald e pelo menos outros três tablóides chafurdaram no óbvio com esse julgamento do Michael Jackson, e tascaram, de manchete: Beat It! Geniais editores, comenta o insuperável blogue do Homem Chavão, que catou a história em outro blogue, o newsdesigner.com.

Aliás, esse julgamento do Bob Jefferson, digo, do Michael Jackson só mostra a grande desigualdade social nos EUA. Tenho dúvidas se o juri absolveria o Michael, se ele fosse negro.

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E o Roberto Jefferson, de Rei Luis XV? Aprés moi, le Delúbio... O que mais incomoda é ouvir o ministro José Dirceu afirmar que nunca esteve tão tranqüilo. Quando me acusam injustamente, longe de sentir tranqüilidade, fico irritadíssimo, ou furibundo mesmo.
O Jefferson diz também que fez denúncia para lavar a honra do partido. Se ele lava pratos com o mesmo material, melhor recusar qualquer convite para almoçar na casa dele.

Pensando bem, é melhor recusar qualquer convite do personagem, em qualquer hipótese.

Que fazer?

Não gosto de copiar aqui artigos de outros, muito menos de jornal. Mas a coluna do Paulo Rabelo de Castro, hoje, na Folha, é um triste resumo da situação em que o PT se meteu:

"Diga-me rápido, em três segundos: qual o grande projeto, significativo em termos geopolíticos, ou por seu conteúdo financeiro ou objetivo social, cuja interrupção agora teria tanto impacto a ponto de quebrar o foco e a razão de ser do atual governo?" A pergunta, lançada de surpresa àquele seleto grupo de empresários e executivos, ainda ficou no ar, mais do que os três segundos do desafio repentista, uma técnica de animação de palestra, até que um senhor discreto levantou o braço, timidamente, para ensaiar seu lance: "De significativo mesmo", ele tentou, não sem uma ponta de ironia, "só estou me lembrando dos juros altos e das metas de inflação".
O resto da platéia sorriu, aliviada por alguém ter lembrado alguma coisa para dizer, e esperou que o palestrante prosseguisse com o argumento.
O tema versava sobre as perspectivas econômicas deste e do próximo ano. A virada para 2006, um ano de corrida eleitoral, merecia a pergunta sobre o que estaria marcado, no imaginário do grande público, como sonho de realização desse governo. Um governo que, generosamente, inaugurou-se pensando acabar com a fome e hoje está preso na gaiola de ouro da sua política monetária.


Eu cheguei a pensar que essa onda de escândalos era o fim do governo Lula. Triste é perceber que, na verdade, talvez com a exceção da política externa, ele nem começou.

Padre, eu?

Por muito tempo, recebi e-mails sugerindo providências para aumentar, alargar ou esticar uma parte da minha anatomia que a modéstia me impede de comentar. Últimamente, há anônimos (ou anônimas) que me mandam cartões, do uol, do terra, do diabo a quatro, dizendo ser meu amor; cartões que não abro porque meu amor costuma se comunicar diretamente comigo, ou por e-mails nos quais ela se identifica com nome e salomônico sobrenome. Hoje, recebi uma novidade. Na verdade, a novidade foi receber de novo uma mensagem de um mesmo sujeito, que me chama de padre e comunica sua chegada em algum lugar onde, parece, começará sua formação religiosa.

Não parece junk mail, nem vírus; não tem nenhum arquivo anexado. Chegou assim, gritando, em meu hotmail:

HOLA PADRE SERGIO LE HABLA MANUEL LLEGUE A LAS 7:00AM EL VIAJE FUE UN POCO INCOMODO PERO LLEGUE BIEN, DESO PODER IR EN NOVIENBRE A LA CONVIVENCIA Y ASPIRO QUE MI FORMA DE SER SEA BUEN PARA EL INGRESO AL POSTULANTADO,TENGO PROBLEMAS PERO QUE ESO NO SEA INPEDIMENTO PARA SEGUIR A CRISTO. NO SIENDO MAS ME DESPIDO Y ESPERO QUE ME LLEGUE LO QUE ME DIJO Y YO CUANDO PUEDA Y LO MAS POSIBLE LE MANDARE MIS DOCUMENTOS. GRACIAS POR TODO QUE DIOS A TODOS USTEDES LOS LLENE DE BENDICONES.

Bom, não sou a pessoa mais adequada para encaminhar alguém a Cristo, com quem não tenho relações muito próximas desde a adolescência. Se vierem novas notícias do pio Manuel, botarei nesse sítio, para que sirva de inspiração aos desencaminhados que aqui baterem. Que ele seja bendito e alcance a paz interior.

E, se chegarem os tais documentos que ele ameaça me mandar, não tenho a mínima idéia do que fazer com eles.

Imagino a cena:

_ Presidente, aqui estão os dados do PIB, divulgados pelo IBGE.

_ PIB? E foi bom ou foi ruim?

_ Não foi bom, presidente, a economia está desacelerando, , só não caiu mais porque, para nossa surpresa, a agricultura ainda está bem, melhor do que a gente imaginava, com essa seca, com a inadimplência dos produtores...

_ E o que é esse dado aqui, sobre consumo das famílias?

_ É, caiu, presidente. Os investimentos, que precisavam aumentar para garantir a recuperação econômica, também caíram, 3%, e o consumo das famílias, 0,6%. É a primeira vez que cai esse indicador, desde o segundo semestre de 2003, quando o senhor assumia o governo.

_ Não pode ser! Os pais, as mães, as crianças estão consumindo menos!!! Nunca na história desse país um metalúrgico chegou à presidência e, justo nesse governo, as famílias estão comendo menos! Minha mãe dizia ....

(vou poupar meus leitores do discurso, que também deve ter tido referências à esperança e capacidade do povo "do meu país").


Agora, vem cá: alguém já contou ao presidente que o Banco Central dele vem aumentando os juros todo mês, exatamente para obrigar as famílias a consumir menos, e dessa forma forçar uma baixa dos preços dos produtos de consumo, para compensar as altas de preços que não se controla (luz, telefone, energia, combustível, passagem de ônibus), e assim cumprir a meta irreal de inflação, de 4,5% neste ano?

E o presidente se diz preocupado porque a política monetária, do seu Banco Central, está fazendo efeito? Ele não sabia que era isso o que pretendia sua equipe econômica?


Isso, sim, é muito preocupante.



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