Jogo pesado

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Já vendem no Rio, por cinco real, o baralho do mensalão, com fotos dos indigitados e pequena biografia. Os coringas são "o povo brasileiro" e "próximo presidente". Informação do mestre Maurício Santoro, que, inspirado, criou até um jogo de tabuleiro baseado na cena política contemporânea. É de fazer a Grow torcer-se de inveja. Algumas das casas:

• Seu churrasqueiro foi pego num escândalo de corrupção. Vá discursar sobre a fome na Assembléia Geral da ONU e fique uma rodada sem jogar.

• Você nomeou metade do STF. Ganhe uma carta Saída Livre da Prisão.

• Um ex-presidente corrupto escreve uma carta para se queixar da corrupção e da apatia da oposição. Avance duas casas.

• Você distribuiu dinheiro para os pobres. Eles gostaram. Ganhe o Nordeste.

Mais jogo, AQUI.

3 comentários

Está mais para jogo sujo que para jogo pesado, S Leo. E os caras saíram com as mãos sujas.

é um jogo realmente estúpido...de uma santa ignorância enorme...e obs: no nordeste ñ tem somente pobre,mais pobre de espírito foi quem bolou este jogo idiota!

Caro LIma, não tome a coisa tão a sério. É evidente que não há só pobre no Nordeste, como pude constatar quando morei por toda nminha infância no Ceará, onde deixei ótimos amigos. Mas é inquestionável que lá a crônica desigualdade de renda do país se manifesta mais dramáticamente, e as carências são maiores. POde ser que haja quem leia essa brincadeira como preconceito; pode ser que haja quem veja aí uma crítica ao status quo.



sitio do sergio leo

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