Elas são mulheres, têm cada uma seu fã clube e, claro, foram assunto de toda a imprensa na semana passada, essas pré-candidatas à prefeitura de Porto Alegre.
"Aliás, esse olhar de Capitu da Manuela do PC do B, não sei não", comenta o Oliveira, o canalha da redação, olhando a tela do computador. "Eu se fosse o deputado dela amarrava a moça com boleadeira, botava as barbas de molho, sei lá. Dormir tranqüilo é que não dormia", diz ele. Um invejoso, esse Oliveira.
Mas, por sugestão do canalha, leio a Carta Capital que tratou do mesmo assunto. Os assinantes do PSOL e do PC do B devem estar meio cabreiros com a revista. A matéria, assinada pelo competente Maurício Dias fala bastante... da candidata do PT. Das outras, nem o nome:
"As mulheres estão em ascensão na esquerda. Além da petista, duas outras mulheres vão estar na eleição de Porto Alegre. Mas essa vitória, além do aspecto cultural – contra o celebrado machismo gaúcho –, tem um importante significado político. Maria do Rosário explica: 'O PT isolou-se no Rio Grande do Sul a partir de políticas erradas, a exemplo do que ocorreu no governo Olívio Dutra, quando houve o rompimento com o PDT'. "
"Duas outras mulheres?E elas não têm nome?", pensarão os leitores gaúchos de esquera da Carta Capital. Faz sentido. A imprensa golpista deve ter citado a Manuela e da Luciana Genro só porque, como se sabe, o PC do B e o PSOL estão fazendo o jogo da burguesia, atrapalhando a revolução promovida pelo PT.
"Aliás, esse olhar de Capitu da Manuela do PC do B, não sei não", comenta o Oliveira, o canalha da redação, olhando a tela do computador. "Eu se fosse o deputado dela amarrava a moça com boleadeira, botava as barbas de molho, sei lá. Dormir tranqüilo é que não dormia", diz ele. Um invejoso, esse Oliveira.
Mas, por sugestão do canalha, leio a Carta Capital que tratou do mesmo assunto. Os assinantes do PSOL e do PC do B devem estar meio cabreiros com a revista. A matéria, assinada pelo competente Maurício Dias fala bastante... da candidata do PT. Das outras, nem o nome:
"As mulheres estão em ascensão na esquerda. Além da petista, duas outras mulheres vão estar na eleição de Porto Alegre. Mas essa vitória, além do aspecto cultural – contra o celebrado machismo gaúcho –, tem um importante significado político. Maria do Rosário explica: 'O PT isolou-se no Rio Grande do Sul a partir de políticas erradas, a exemplo do que ocorreu no governo Olívio Dutra, quando houve o rompimento com o PDT'. "
"Duas outras mulheres?E elas não têm nome?", pensarão os leitores gaúchos de esquera da Carta Capital. Faz sentido. A imprensa golpista deve ter citado a Manuela e da Luciana Genro só porque, como se sabe, o PC do B e o PSOL estão fazendo o jogo da burguesia, atrapalhando a revolução promovida pelo PT.


amigo Sérgio Leo, a população de Porto Alegre (ou pelo menos eu) grita por socorro!prévias do PT = inferno completo.
Ridículo.Não vai ser apenas invertendo os sinais do facciosismo que esse tipo de imprensa vai conquistar credibilidade.
Meu caro Sérgio. Gostei da sua crítica à Carta Capital. A revista semanal de maior circulação no país está sendo objeto de uma marcação implacável de um conhecido jornalista e blogueiro, através de uma série de artigos críticos... O assunto é comentado amplamente na internet mas, curiosamente, não é notícia na mídia tradicional... Como acredito que o pau que dá no Chico deve dar também no Francisco, sugiro que você faça o mesmo com a revista que assino (Carta Capital). Você leva jeito para o tema. No dia em que cada órgão de imprensa tiver o seu respectivo crítico habilitado teremos, certamente, uma imprensa melhor. Mãos à obra, entusiasmo e disposição!...
Meu querido José Orair, afasta de mim esse cálice. Não tenho vocação nem competência para ombudsman, apenas divirto os freqüentadores deste Sítio com os inevitáveis defeitos dessas salsichas que os jornalistas fabricamos, sob pressão de espaço e de tempo, e de sabe lá o que mais. A Carta Capital tem boas matérias _ como a Época, a Isto É e até a Veja, de vez em quando. Todas essas revistas têm excelentes jornalistas e têm também gente que não conseguiria emprego em outro lugar. O modelo Veja, aliás, teve forte influência de seu ex-diretor Mino Carta, que me deu lições inesquecíveis quando trabalhei com ele na Isto É; e a quem não se pode imputar o que se passa hoje na revista dos Civita. Aliás, trabalhei com Lauro Jardim, foi meu editor de Economia no JB quando eu coordenava a seção em Brasília, e só tenho boas lembranças, de trabalho sério, dele.Quanto ao Nassif e à Veja, digo só que gosto muito de ler o Nassif, de quem, aliás, tenho o excelente disco de chorinho, autografado; e não costumo ler a Veja. Mas, nessas brigas de cachorro grande, vira-lata como eu não entra; nunca sei por que tipo de osso enterrado estão brigando. Aliás, Orair, a CCapital falou do caso Nassif-Veja?Fico aqui, interessado vendo tudo do meu Sítio e desejando sorte.Aos leitores, claro.Grande Tiagón, ando te devendo, ainda mando notícia! É por aí Marcus, é importante que os leitores estejam atento quando alguém cair em tentação e abrir mão da necessária imparcialidade.
Vou fazer o papel de crítico de mídia do Sérgio. A matéria citada (ao menos a que está disponível a partir do referido enlace), trata das prévias do PT. Se fosse uma matéria enfocada na eleição de Porto Alegre de um modo geral, eu concordaria com sua análise.