Pensei que Oliveira, o canalha da redação, estaria se divertindo com as declarações do ex-príncipe Fernando Henrique Cardoso, em favor da descriminalização da cannabis sativa, liberal em matéria de costumes como ele é. Mas descobri, surpreso, que o patife é contra as drogas; topa, quando muito um uisquinho antes e uma champanhe depois. "A vida é coisa muito perigosa para encarar sem estar sóbrio", filosofa o crápula.
"E, além disso, esse negópcio de maconha dá no saco", comentou ele comum riso maroto, me apontando um sítio na Internet.
Não precisa nem saber ler em francês para ver como Oliveira pode ser muito literal, às vezes. AQUI.

UM champanhe?
Cara (caro?) Acantha, esa figura de linguagem se chama elipse. Uma taça de champanhe.
Afinal, não importa o que diz a frígida gramática normativa, chmapnahe é e sempre será feminino... (ou feminina?)