
Havia saído em uma notinha pequena, escondida há quase um mês no esatdão, e agora a Fllha dá com desatque, o que signficia que vai dar muito papo de boteco: foi Gauguin quem cortou a orleha de Van Gogh, não o contrário. Está num livro alemão, de nome impronunciável para este analfa que vos escreve, e já rola na rede há mais de dois meses essa história.
Van Gogh, como se sabe, era místico e dado a surtos; pensava em criar uma comundiade artística em Arles, bela cidade no sul da França, e seu irmão, Theo, que o sustentava e incentivava, arranjou para que recebesse a companhia de Gauguin, uma espécie de Paulo César Pereio das artes da época, mulherengo, barba sempre por azer, jeitão de macho alfa. Há uma evidente atração de Van Gogh por Gauguin, mas, ao que se saiba, não chegaram á conjunção carnal.
A tese é interessante, e, quem sabe, mais tarde mostro meus argumentos para explicar porque essa reviravolta na história pode mudar toda nossa comrpeensão sobre a arte ocidental. Ou parte dela. Por enquanto, na pressa, posso apenas especular sobre outras trivialidades que, em breve, pesquisadores alsacianos descobrirão, alteando nossa visão sobre a arte e a vida.
1) Pesquisas usando cintilografia e raio laser descobrirão que, na verdade, as obras cubistas atribuídas a Picasso são de Braque. E as de Braque, provavelmente, foram feitas por Picasso, mas há a possibilidade de que sejam versões de cópias deterioradas de paisagens de Cezanne deixadas por um amigo catalão, desconhecido.
2) Uma carta descoberta na antiga fazenda da artista brasileira Maria Martins, assinada por Duchamp, revela que o artista não queria apresentar um mictório, mas uma fonte chinesa a ser coberta de pinceladas levemente inspiradas no futurismo, no Salão dos Independentes em Nova York. Encomendou o ready made. a uma loja especializada, mas um erro do entregador fez com que o urinol fosse deixado no salão e Duchamp, não querendo admitir o erro, limitou-se a assinar com um pseudônimo. Ao perder uma aposta num jogo de xadrez, teve de assumir que o mictório era coisa sua. Os organizadores da exposição, que esperavam a fonte chinesa, surpreenderam-se com o mictório e o deixaram de lado, aguardando a substituição , que nunca veio, mas provocou uma das mais inspiradoras polêmicas da arte contemporânea.
3) A descoberta acidental de um depósito em Nice revela ao mundo telas hiperealistas feitas por Henri Matisse, pintadas após um breve tratamento do artista com um oftalmologista que lhe curou a catarata e receitou novos óculos para a miopia. Um diário, encontrado com as telas, revela que as pesadas críticas dos amigos às novas pinturas fizeram com que ele as escondesse, desistisse da tinta e do pincel e passasse a fazer recortes de papel pelo resto da vida.
(segue, quando o sitiante aqui tiver mais tempo)

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