eu, travesti - parte 11

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Até a escultura dando as costas ao cara... E se a base inspiradora do objeto fora o próprio travesti, fica como se ele dando as costas a si mesmo.Genial.Laerte, bom dia, eu já falei que você é desgraçado hoje?

Descgraçado pode ter muitas acepções…

Exato, e como atribuído o termo a alguém singular, invulgar... a acepção intencionada, também o é, pelo amor de Deus, doutro patamar!Uma vez perguntaram perto de mim:- Gente, e o Laerte?Sabe o que o maior designer do estado disse, carinhosamente?: - Ali é um vagabundo caríssimo... um gênio! Não, pessoal, só um vagabundo dos retado, ilustre, faz aquilo tudo. Pega leve, modismo existe. Boa intenção, ainda. Beijo

Quando a gente quer rasgar um elogio, é nessa feiura que dá.

Hum... O caso foi que, imediatamente após ter registrado uma reflexão mais séria, meio profunda, lasquei de vez um elogio pesado e entusiástico, feliz com toda sua capacidade... É verdade... Vai perdoando.

Uma boa dica pra quem está começando a escrever, e direi aos melhores amigos, é:"Nunca lance nada por impulso, ainda que por bem".E, para nossa tranqüilidade, os futuros comentários anônimos, possam crer que existe caráter, não serão meus.Forte abraço nas ligeiras amizades.

Olá Laerte!Gostei da sua iniciativa de criar um blog. Vou acompanhar as tiras a partir de hojeUm AbraçoWagner Lopes

Torço para ficarem juntos.

Só agora que eu reparei que o protagonista tem um filho.(parte 1, último quadrinho)

Laerte não faz idéia de quanto me influenciou. É tanta produção, que as vezes não dá nem pra acompanhar direito. Grande mestre, juntamente com Angeli, Veríssimo, está no topo dos grandes autores de quadrinhos, sem puxa-saquismo.

É verdade. Ele tem um filho. Para os efeitos desta história, a existência dele se limita àquela coadjuvância de fundo, mas trata-se de um menino de 8 ou 9 anos, curioso e irresponsável.