eu, travesti - parte 2

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Pra ficar profissa, tem que arranjar peruca.Sem peruca, perde o sentido.Mas, tudo bem, um patamar por vez...

Ó só, o Leandro pode ter resolvido a questão da nomenclatura das "partes"... PATAMARES!Shshsh, tá certo que seria meio filme com Sean Connery, pra não evocar um Steven Seagal depois do almoço, mas dependendo da série até que poderia... patamar 1 de 18. Pensando melhor, esqueça!

Falei patamar por ele fala de ir a um novo patamar na 1/13.Mas nem era sugestão de como definir os capítulos, partes, episódios, doses, passos...

Laerte... uma humilde dúvida. Você já elabora toda a história ou vai fechando por partes (tiras, pedaços, que seja..). Vi que desta vez são 13 episódios (ou tomos, ou doses...)no mino tinha 27, vc já tem tudo escrito (as 13 partes) ou isto é um limite mental (do tipo música punk q tem q ter 2 minutos se não vira rock progressivo)

Tenso, Laerte.

Sim, sim, eu saquei que tava noutro contexto; só tava pirando na palavra patamar mesmo, que acho massa inclusive; na real é um termo que podia numerar capítulos do Sirens of Titan, do Kurt Vonnegut, ou algo do gênero. Sei lá, palavras não têm fim.

A desculpa não precisa ser boa, só precisa ser prudente.Hahahaha.Parabéns, muito bom.:)

A primeira vez que disse que o Laerte podia ler a minha mente eu vinha aguentando isso já fazia um bom tempo,calado. Desde 'A Fase Lôca':existencial/suprarreal/monsense, do abandono dos personagens (da Pirataria em geral). Racionalmente me parece aí o x do começo. Abria o jornal e meu coração batia mais forte, esperava o entregador na rua.Abria o maldito jogo mental num esquema 'Quero ser John Malkovich' as avessas.Transformava em três quadrinhos idéias que eu levera anos confabulando. Quando o via na tv ou em fotos tinha total certeza de que ele sabia dos seus poderes. Isso ficou ainda mais claro quando ele publicou na Folha "o que querem eles?"Então falei: O Laerte pode ler minha mente! Minha mulher imediatamente me chamou de louco, demente-egoíde-esquizofrênico- paranóico- megalomaníaco!A peguei pelo braço levei-a até a escrivaninha abri a gaveta e mostrei tudo resumido a pó, joguei as tirinhas recortadas em cima, e ela só falava 'Meu bem, não pode ser!, Não acredito!' Pois é ele pode!Li que ele ao assistir ao final do "Show de Trumam" e se deparar com a sua "Insustentável Leveza..." revelou-se o Canal."Sabe o que dizem sobre fadas?", "Trago viva na memória uma professora..."até então a maior ousadia tinha sido fazer xixi sentado." Passei a partir daí a dizer aos quatro cantos o Laerte é genial, o homem mais inteligente do Brasil. No questionária do dia dos pais na escolinha da minha filha:"Quem é seu herói?" E eu, O Laerte!Até que começa "eu, travesti". Vejam:

O 1° e último paragrafo do 1°capítulo do meu penúltimo livro-Gelo Na Boca-Confissões de um Pobre-Diabo: 'Não agüentava mais me masturbar com um dedo enfiado no cu. Eu precisava arrumar um caralho. Chega de dedos, cenouras, pepinos, calabrezas...! Um caralho! Era essa minha idéia. (...)Esses detalhes, digamos 'sordidos' da minha vida não teriam tanta importância - para mim, por dois motivos: Primeiro se não fosse um desejo tão latente. Segundo, se eu não fosse casado!' Aguardo ansiosamente o "eu, travesti -parte3"J.R.Bazilista - o taxidermista

Precisava dar desculpa só porque se depilou?Louca é essa mulher de achar ruim. Vai ver ela gosta de se engasgar com bola de pêlos.

o taxidermista, se o laerte lê a sua mente, então você que já deve saber como será a parte 3, não?

HAHAHAHAHAHAHA.Nego não perdôa.

Pequeno pedrinho você já ouviu falar do 'Fagundes'?O Laerte pode estar lendo sua mente também, cuidado!J.R.B.- o taxidermistaJá quanto ao 'assunto' InternetXJornal, meu gato cagou bem em cima do jornal no quadrinho 'Manual... 22/27'O Danado do gato aproveitou enquanto eu estava na internet!! "Uma pílula coroa os acontecimentos." (M.d.M.13/27)

Rá, muito bom!!!

Parou porque porque parou??

putz! tu tem um blog!urru!abraço grande.

Atualiza, peloamordequalquercoisa.

ATUALIZA!!!! por favor

A tensão antes da parte trêsz faz parte da história. É a pausa dramática