drágea 229

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...é para poucos, o ofício de saber viver da arte sem deixar de ser bom.Viva La Arte! Viva Laerte!

Já faz um tempinho que não passava por aqui uma tira que me fizesse rir ao invés de pensar.

Laerte, fiquei surpreso ao te descobrir no twitter. Você e a técnologia ficaram amigos, mesmo.

Ah...
Então deve ser um homônimo, mas eu sabia que não era você. Você é do tipo que bate no computador até ele funcionar.

um aperto de mão.

Engraçado, as pessoas querem rir, precisam de rir, procuram rir, mas não querem pensar.
Ultimamente tenho acreditado que os desenhistas, cartunistas fazem o papel de filosofos contemporaneos da nossa sociedade.
Pensam por nos. Fazem a reflexão das coisas e dos acontecimentos, e nos dão mastigado o resultado desta ardua ruminação.
Umberto Eco, em seu romance policial O Nome da Rosa, trata da investigação do riso, e do seu processo transformador e questionador.
Para rir somos instigados a pensar. O pensamento é que nos fazem rir ou chorar, diante de determinado acontecimento.
Em outros tempos os satitricos eram punidos conforme expunha seus pensamentos sobre os poderosos. E recentemente muitos artistas do humor foram perseguidos pela censura por expor a realidade.
O riso é um elemento que nos obriga a pensar. E pensar, embora para muitos seja algo assustador, e fundamental.
Os jovens, os cidadãos são desistimulados ao não pensar, ao não refletir nossa condiçõ existencial.
Engraçado, muitas vezes o riso provoca dor, dor de vermos nossa miséria, miséria com raizes fortes o suficiente que nos obrigam a ficar no mesmo lugar.

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