66 - 05

| 12 comentários

tvfolha.i511-12-06.jpg

12 comentários

Não cesso de admirar tua coragem e lucidez, Laerte... além de qualidade artística, é claro!

Ouvi dizer que ele ainda escreve semanalmente na... Pensando bem, deixa pra lá.

Não cesso de admirar tua coragem e lucidez, Laerte... além de qualidade artística, é claro!(2)

Adoro esta série. Estava sentindo falta. No mais, "Não cesso de admirar"...

Já briguei com um professor assim, no primeiro dia de aula. Nunca mais voltei lá, fui reprovada por falta...

he, he, he, he

Sim, ele ainda está vivo, dá aula na PUC e escreve na Folha: http://luizfelipeponde.wordpress.com/2010/06/08/sem-esperanca/

Fez lembrar um artigo do Luís Felipe Pondé, publicado à mesma época que o quadrinho na Folha de São Paulo.

O artigo era esse:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0706201020.htm

O quadrinho é uma boa resposta.

Que engraçado eu também já fiz isso MC, no curso de publicidade eu ia ter aula de "ética' (o que não faz sentido, pois todos sabem que não existe ética na publicidade) e o professor começou a primeira aula defendendo a igreja católica... foi tão abusivo que após ressaltar minha indignação resolvi sair no meio da aula e nunca fiz questão de voltar.

É curioso que justo quando profetizam a morte dos jornais em papel tantas árvores feneçam para dar vazão a colunistas de idéias mortas.

Obrigado, Laerte.

São os (nem tão) novos profetas do apocalipse (social).

É interessante notar, no entanto, que muitos deles são pessoas bastantes capazes, intelectualmente falando. Jabor, Pondé... Todos falam tanta besteira quanto " coisas aproveitáveis ". E o moto deles sempre é " vou viver, antes que eu morra "; " com ideais não dá pra botar ar condicionado central e tv à cabo lá em casa ". Todos nesse naipe. Tem até alguns mais novos que esses experimentados senhores que citei (alguns deles, para minha própria surpresa, recebem visitas minhas em seus respectivos blogs, diariamente).

De qualquer forma, quem se importa com essa atitude, nem sequer deveria. O bonito disso tudo é que não há ativismo no verdadeiro anti-ativismo. É uma corrente morta desde o princípio (ou melhor, nem sequer é uma corrente). Já no pseudo-ativismo a história é outra...

A única coisa que faz medo realmente é: um dia esses caras foram bem diferentes. O que mudou? Bom, só o que se pode dizer, assim, superficialmente é que o tempo simplesmente passou. E eles mudaram. Cansaram, perderam a motivação, ou seja lá o que for. Envelheceram do jeito ruim, não como um vinho, mas como uma banana que passou do ponto.

E se agora eu for só uma bananinha verde, no cacho, criticando, sem saber, o futuro amargo que me espera?

Eu ia terminar esse comentário longo, e considerávelmente afetado pelo sono, pedindo à você, Laerte, que (continuasse dando?) desse esperança as novas gerações, e a quem ainda resiste. Mas logo depois eu percebi que, talvez isso seja pedir demais.

Comente


Type the characters you see in the picture above.