hora certa

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O Andersson está certo - mais uma cagadazinha deste autor.
O ano de que o personagem fala, em 66-20, deve ser 2359 e não 2459.

Sou eu que estou ficando senil ou meus leitores espertinhos demais?

Obrigado, Andersson.

12 comentários

Não esquenta, Laerte. Liberdade poética, liberdade poética...

eu vi o comentário, mas fiquei só imaginando a reação do coadjuvante(?) quando o narrador respondesse: "não seria o ano de 2359?"

Ha. Lembro de uma vez que um leitor escreveu pra Piratas e corrigiu um erro de continuidade numa tirinha do Capitão Douglas - ele se cortava com o sabre numa perna, depois a outra é que aparecia enfaixada. aquela época tinha que mandar carta. Hoje é mais fácil.

O erro não foi seu, foi do personagem! hehehehehe

Hahahaha... é que são memórias muito antigas...

Admiro sua humildade.

Se fosse o Allan Sieber teria apagado o comentário e corrigido o quadrinho às escuras.

Laerte, VOCÊ É O CARA!

Não se preocupe, gosto de você mesmo assim. Inclusive, vestido de mulher e com as unhas pintadas de vermelho.

Ah! Deixe o cabelo crescer!

Não exquenta pois herrar umano eh,hora!
Beijus

Sem querer ser xarope... mas já sendo... O último ano que um relogio digital pode mostrar é 9999. Cada "espaço" para um número pode reproduzir qualquer algarismo, com aqueles 7 risquinhos.
Se num algarismo digital escreve o 2 e escreve o 3, necessariamente é capaz de escrever o 6 também (e o 7 e o 8 e o 9).
Existem vários modelos que têm apenas o esquema 10:00 e nesse caso o maior ano seria 1999.

Sendo assim, acho que isso só traz mais poesia para a cena toda, pois mostra como a nossa memória é capaz de se enganar, mesmo estando certa.
Tanto faz se ele disser 2459 ou 2359.

imagine se quisesse ser chato, hein Rui?

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Tâmo te esperando aqui em Ctba, Laerte!

Brasília, Laerte, você tem muitos fãs em Brasília. Venha lançar o livro aqui, plz.

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