moda antiga

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Chamam especialmente a atenção os envelopes com as tarjinhas verdes e amarelas no último quadrinho da primeira linha. Faz tempo que não recebo um desses. Antes, recebia-se bastante...

Apesar da graça, eu REALMENTE usei ou vi funcionando toda esta tecnologia agora arcana. O tempo voa, não?

Em breve até o jornal de papel será história. Tudo virá pelqa internet ou baixado em um e-book... E quando a família pedir os cadernos para ler? Cada um terá o seu? Nem para destrambelhar o jornal e atrapalhar o papai a família vai se reunir?

Legal o comentário do Sérgio.

Eu usei todas as tecnologias acima, menos o telex e, claro, o duelo de revólveres (que imagino que o Sérgio não tenha incluído na sua conta hehehehe).

Eu adorava ir à casa do meu avô, porque ele me deixava usar a máquina de escrever, ao contrário do meu pai. O mais curioso é que uns dois anos atrás eu ainda usava com alguma frequência máquina de escrever no meu trabalho. E tinha de ser das antigonas.

Laerte, esse episodio na tira numero dois do desafio a critica me lembra do diretor Uwe Boll, responsável por péssimas adaptações de games, que desafiou criticos a lutar boxe.

Mas realmente, um tanto nostálgico este seu post...

Só complementando seu comentário, Alexandre: de fato, nunca duelei (arma de fogo só tive na mão duas vezes, ambas descarregadas), mas tenho aqui uma lista de individuos para os quais adoraria esbofetar a face com uma luva e convocar os padrinhos.

Máquina que mais usei foi a Olivetti Linea 98. Lembra dela? Toda cinza, teclado macio para "bater", quando bem lubrificada.

Me divertia muito ouvindo conversas alheias nas linhas cruzadas de alguns telefonemas. Ficava quieto ouvindo esim, umas duas vezes peguei planos de vinganças e risadas histéricas.

Bons tempos, bons tempos...

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